26 de Nov de 2009

Alegres surpresas

Quem pensa que a Inspecção Geral do Trabalho é só mais um pseudo organismo está redondamente enganado. Não se esqueçam é que o primeiro passo ainda tem de partir de nós.

21 de Nov de 2009

Don't give me excuses, give me results!


No início quando o ValhaMeDeus era grande e uma cerveja fazia toda a diferença esta música era cantada de trás para a frente e de frente para trás. Depois a coisa fermentou e o JB voltou. Mas refinamos, oh se refinamos e foi o descalabro. Com Havana. Ironia das ironias, um saudável e livre descalabro!

20 de Nov de 2009

Beijos loucos, gritos roucos. Em Paz


Não me canso de a ouvir e já aqui a tinha colocado. Aprendei, aprendei a escutar a música que vos chega aos ouvidinhos e a interpretar a letra e todos, mas todos, seremos genuinamente felizes. Agradecida.

Diz que

"Minha Mãe chamou-me Rosa,
Tinha de ser desgraçada,
Pois não há nenhuma Rosa
Que não morra desfolhada!"
E depois ainda dizem que o saber popular não vale de nada, 'zacto. Tão enganadinhos que andam...

18 de Nov de 2009

It's time!

Your post will be automatically published, é a loucura é o saudável descalabro mas vamos entrar em modo musical, sendo certo que a música está sempre cá.
No próximo sábado teremos um jantar da gangada da faculdade no qual contamos estar presentes. Tirando esta ou aquela pessoa que são amigas de presença diária, todas as restantes não passam do encontro pontual - logo eu que sou terrível com horas - o telefonema mais ou menos longo e o "meile" (Argoncilhe ao poder, já!) regular. Também por isso, é necessária a profunda preparação e o consequente aquecimento da voz. Ah pois, que parto rumo à primavera que em meu fundo se escondeu. Ao ataque!
(Sim Bilhas, as histórias que por aí virão...)


15 de Nov de 2009

As definições de uma vida

Ingratidão
s. f.
1. Falta de gratidão.
2. Carácter do ingrato.
3. Acto hostil à pessoa a quem se deve gratidão.
Não é só o antónimo de gratidão. Ingratidão é algo bem mais triste que grassa e cresce como as ervas daninhas em qualquer quintal. Sim, por mais reluzente que seja o verde por mais florido que demonstre ser o canteiro, a Ingratidão é talvez o pior dos defeitos que o ser humano insiste em semear. Até ao dia em que a roçadora, ainda que ao de leve, nos corroa por completo e nos mundifique.
Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar
Parto rumo à primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu

12 de Nov de 2009

Make money, not art

Até ali. Até nos free gifts da Farm, sim a coqueluche dos jogos e a razão de ser para o Facebook existir (pronto o grupo da Católica também...) as Américas têm poder. Oh oh, a USA Flag rende 125 coins!

11 de Nov de 2009

Lousinha, a comutada

Pode parecer fácil, admito. Até segui electrotécnica no liceu, para além das artes musicais, têxteis e madeiras. Uma comutação de lustre nunca mais será a mesma nas minhas mãos, que o diga o Professor António. O que eu sei é que o Santo Lousinha desta casa deixou de fazer milagres em 2005 e desde essa altura, transformou-se em muitos outros santos que por aqui passam e vêm tratar de coisas comezinhas. Seja ela o arranjar do autoclismo, a mudança das lâmpadas, o corte e aperto das réguas das persianas e a mudança das tomadas... Ah, a mudança das tomadas. Demorou, é um facto, mas já está e temos corrente em todas as quatro do meu quarto. Ah, Patrícia, valente e fortíssima, habemus Luz!

9 de Nov de 2009

E o cobre, Senhor?

Pode não reluzir, mas se dúvidas há, é ouro...
Não façamos muitas perguntas que é melhor não sabermos tudo, vale?

7 de Nov de 2009

Canta rouxinol canta, não me dês penas

Vá, vamos lá puxar pela meninge no que ao campo musical diz respeito. Que têm em comum os Black Eyed Peas, a leve Yael Naïm's e Ray LaMontagne?
A Maçã, pois está claro! Ah, o vídeo da abertura da Apple Store no Louvre - a música está subliminarmente colocada, essa é que é essa! - pode ser visto nas Pulgas do Pedro.

4 de Nov de 2009

Momentos

"Diz-me o seu nome completo? Digo." E disse sem hesitar. "Estamos a um mês do Natal. Pois estamos. Em que mês estamos? Novembro, mas ainda não passou o S. Martinho. Pois não, tem razão! Olhe e quando nasceu? A 21 de Fevereiro de 1926." Ah grande Pai.

1 de Nov de 2009

Festum omnium sanctorum

Coisas que me ultrapassam:
Blogspot.com / os potenciais doentes que nos rodeiam.
Coisas que nao me ultrapassam:
Hoje é dia de Todos os Santos, em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou nao. Amanhã sim, será o dia dos mortos / de finados. O dia dos fiéis defuntos.
Coisas incontornáveis:
O iPhone é lindo e sigá marinha!

30 de Out de 2009

Tenho uma boneca assim, assim. Ela fecha os olhos, nana bem

Ontem quase morri com um "ataque" de um rottweiler. Vou começar a odiar, ter medo e maltratar os bichos? Não. A culpa é dos outros bichos, que não os de Torga.
Animais, supostos animais racionais que nos rodeiam que deviam, isso sim, brincar com Legos e carrinhos de papel!

28 de Out de 2009

Veloz? Pessoalmente Nossa!

V.P.N., é a sigla que identifica uma Virtual Private Network, uma rede de comunicações privada normalmente utilizada por uma empresa ou um conjunto de empresas e/ou instituições, construída em cima de uma rede de comunicações pública. Se vale a pena? Não sei, mas garanto que é V de veloz. Já que está na moda esta pergunta, "A Delegação poderia ter a outra?", poderia. Mas seguramente não seria a mesma coisa!

27 de Out de 2009

Ad perpetuam rei memoriam

Se cá estivesses farias mais um ano, mas a puta da vida é mesmo assim e tal como a música, eu quero acreditar que Deus leva os que mais ama, sim, que não acreditando no divino damos mesmo em malucos. Acrescento, aqueles que nós mais amamos. Alturas houve em que não havia dia que não me lembrasse de ti, das tuas gargalhadas e presença, da falta que fazes, mas o tempo tudo cura, não é? Mas o teu dia, esse, nunca me esquece e quer a porra do destino que todos os anos, o teu dia tenha sempre alguma coisa que o marca. Pela negativa, vê tu bem. Quase num desespero de memória, porque o dia não foi fácil nada fácil fui buscar recordações, das palpáveis que as outras estão cá e não fogem. Peguei nas minhas fitas e lá está a tua. Sorri e uma vez mais tive a certeza que vias longe. Se chorei? Chorei, claro. Raios, como me conhecias tão bem. E porra, que falta fazes! A Costa nunca mais será a mesma, Aveiro muito menos e a Barra nem se fala. Mas continua a ser o pequeno Mundo, o meu pequenino Mundo de "malhas e miudezas", sabes? Amanhã é outro dia e como tu dizias eu terei esta capacidade atroz de seguir em frente. Até amanhã.

Aequo animo

Amanhã, ou melhor, hoje, será para mim um dia de confrontação, sinuosa acareação.
Valente e fortíssima. Assim esperamos. Assim queremos.

23 de Out de 2009

Canta rouxinol canta, não me dês penas

acreditar
(a- + crédito + -ar)
v. tr.
1. Dar crédito a.
2. Fazer criar crédito a.
3. Abonar alguém.
4. Autorizar junto de alguém.
5. Crer, ter fé.
v. pron.
6. Criar fama de bom.
A Malta quando é grande é mesmo assim e o Pedro é. É tudo uma questão de p'ês, mas pena tenho que cada vez menos mereça o esforço.

19 de Out de 2009

Baibusquálas!

Ai ai ai que explode, ai ai ai que é muito caro, ai ai ai que só se tem porque é moda. Erro. O iPhone é lindo e não se fala mais nisso. Até salva pessoas e tudo. Não sabemos o como, nem o quando, e muito menos o que estava lá a Kris Rowley a fazer mas, who cares? Salva e não se fala mais nisso!
Ah, sim, também faz chamadas e "my other computer is an iPhone".

17 de Out de 2009

Do dia

cãibra, s. f.
(origem controversa, talvez do germânico kramp, gancho)
s. f.
Contracção dolorosa do tecido muscular.

Depois de acordar às 7 da manhã com uma cãibra inqualificável e uma dor lancinante em toda a perna esquerda, abençoado Enfermeiro Herculano que me recebeu ao fim da manhã e tem umas mãos que fazem maravilhas, já andamos e quase sem mancar. Uma vitória, portanto.
Não fora a dor e a necessidade, ah pois que a necessidade tudo faz e permite, tinha corrigido a senhora que atendeu o telefone quando liguei para o posto. "Ficamos a aguardar, D.ª Souzinha". Lousinha, é Lousinha, de lousa, como aqueles quadros negros. "Ah pois, ora bem, Lousinha, l-o-u-z-i-n-h-a". Sim, como tu queiras, amor.
Se eu dizia ardósia era mesmo complicado...

16 de Out de 2009

Eis que chega a roda viva e carrega a saudade prá lá


Em semana complicada nas relações com o "vosso" sentido de brincadeira, vulgo Maitê Proença, aqui fica um mimo que chega desse lado. Obrigada, Mi! Sempre atenta e nunca te esqueces que Music Is My Life. Para além de tudo é mesmo universal...
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas rodas do meu coração...

9 de Out de 2009

The urge to feel your face

8 de Out de 2009

Mil anos são pouco ou nada

Quis o Grande Arquitecto que me cruzasse no teu caminho. Assim, sem mais.
Quero eu não te perder neste imenso trilho. Essas coisas do destino que a avó negra sabia, têm vontade própria e a música que é a tua e a minha cara, aqui fica, no dia que é teu. Nunca te esqueças que a chave é querer. Muitos parabéns, menina Graça.
Sua acumuladora!

Quite a mess. Got to run slow to get fast

Os crimes que nos chegam? Fossem todos assim e o mundo seria quase magistral...

Não espalhes a tua dor no meu ecrã, nem faças da minha sala um parapeito.
Não me acordes com os jornais da manhã e temos um crime perfeito.
Não me mostres o sorriso desolado, nem a raiva do teu olhar liquefeito...
Acredita que não há nenhum culpado e temos um crime perfeito.
Não acendas esta praça com fogueiras.
Ainda acabas como principal suspeito,
Vai pra casa. Olha as horas. Tem maneiras e temos um crime perfeito.
Não me estendas a mão que estou apressada
O destino tem as suas cambiantes
Faz a cama com a tristeza de um fado e ficamos amigos como dantes.
Não me fales do amor e da paixão nem das outras avarias do teu peito.
Não me fales dessa tua solidão e temos um crime perfeito.
Bebe um copo. Baixa a aba do chapéu
Esconde a cara e vais ver que faz efeito
No final vamos todos para o céu e temos um crime perfeito.
Não me digas o que não quero saber, deixa a sorte ditar a sua sentença
Cala a boca. Deixa o tempo resolver e vais ver que o crime compensa.

Samba do crime, Ala dos Namorados.

6 de Out de 2009

"...Me espanto às vezes, outras m'avergonho..."

Olha a demarcação, olha a contraplacagem. Gosto - que gosto - principalmente e também do "não aguentam a pedalada". Coentros em termos, anyone?

"...Me espanto às vezes, outras m'avergonho..."

É de mim, ou o pior cego é aquele que não quer ver? Ah, e é de mim ou o número 5 é uma miragem? Pois não sabemos, que agora estas coisinhas comezinhas, tipo as adendas de somenos importância em letra miudinha e lidas en passant não são publicadas em devido sítio. Sim, sim, o portal da Ordem afinal parece que é aqui. Go figure!

3 de Out de 2009

E hoje é O Dia!

Muitos e muitos e muitos e muitos beijos J.!

2 de Out de 2009

Canta rouxinol canta, não me dês penas

"O Supremo Tribunal britânico emitiu esta semana o seu primeiro mandato através do Twitter, indicando que a rede social é o melhor modo de contactar com um utilizador anónimo que se faz passar por outra pessoa."
O precedente está criado e o Reino Unido é mesmo aqui ao lado.

1 de Out de 2009

Tomai nota

Tendes um cartão de débito com dupla função? Então não levanteis dinheiro nos terminais do Banco Português de Negócios. É que fica sujeito a comissões. Agradecida.

30 de Set de 2009

Cada vez mais ignóbil este nosso mundo

O Colega João Melo Ferreira, acima de tudo uma digna Pessoa, foi barbaramente assassinado na passada segunda-feira. O modus por todos é conhecido. Com ou sem razão, nunca há razão, já cá não está e hoje irá para o mundo das borboletas e passarinhos, aqueles que entoam lindas músicas de conforto. Tenho a certeza. Tal qual tenho a certeza da veracidade e necessidade de aqui deixar o que foi escrito pelo Rogério. Diz tudo e ainda mais que isso. Obrigada a ambos. É também por Vossa causa que continuo a acreditar que vale a pena tudo aquilo que é feito de e para. Sem mediatismo.

"É muito difícil para mim enviar-vos esta mensagem.
Tão difícil como é exprimir em palavras o que sinto. Um sentimento de revolta e de inconformismo, uma dor imensa, que custa muito a aceitar, a engolir, a digerir.
Quando o João Perry me disse o que ocorrera, estava eu em Évora, fiquei atónito e como que paralisado. Revi mentalmente o João, a sua voz simpática e suave, a sua companhia amabilíssima, a sua presença regular nas nossas reuniões, a sua contribuição técnica inestimável em tudo aquilo (e foi muito) o que fazia. Pareceres, dispensas de sigilo em recurso, projectos legislativos e, mais para o fim do nosso conselho, o novo mapa judiciário.
Foi com ele que revi muita dessa matéria, em telefonemas abundantes e sempre contando com a sua aplicação e elevado sentido de responsabilidade.
Fiquei revoltado, irado, triste, muito triste.
O João ainda não tinha morrido, mas, percebi-o logo, isso iria acontecer.
Mas como fora possível que isto acontecesse? Como é possível que, de um momento para o outro, se acabe com uma vida desta forma tão criminosa, tão frívola, tão estúpida.
Somos adultos. Temos de estar preparados para quase tudo. Mas há coisas que são más de mais. E pioram quando vêm sem aviso, sem motivo, sem lógica e sem nexo.
Hoje vivi com o João no pensamento. Falavam-me num advogado que havia sido assassinado. Respondia: não foi um advogado. Foi um Amigo, um Querido Amigo.
Cada vez que falei no João, como que reabri a ferida, ainda tão recente e brutal.
Somos adultos. Nada há a fazer pela vida dele e a nossa vida continuará, enquanto Deus, o destino, um desígnio qualquer, o permitir.
Há dias com o Daniel. Agora com o João. Sabemos que é assim, mas não tem de ser desta forma e nesta cadência atroz e dolorosa.
Sentimos um enorme sentimento de impotência, porque a realidade é cruel e não dá margem para reversão.
O que se diz é estereotipado e inútil. Mas digo-o para homenagear o João.
Para lhe dizer "gostei muito de te conhecer, sentirei imenso a tua falta, obrigado por teres sido meu amigo, meu companheiro, meu conselheiro, meu compincha. Ficas na minha memória e no meu coração. Descansa em paz meu querido amigo".
Partilho convosco estas palavras. Abro um pequeno sorriso nesta enorme tristeza, ao recordar as nossas reuniões, os nossos convívios, a nossa história da qual ele fez parte.
Vamos homenageá-lo e acompanhá-lo, juntos, à sua última morada. Os que pudermos claro. Não sei quando será, mas farei tudo para lá estar.
Vamos testemunhar à família o quanto o estimávamos e queríamos junto de nós.
Onde ficará na memória perene.
Quando estas coisas ocorrem, aviva-se-me um pensamento: temos de ser mais amigos e fruir mais da nossa amizade.
Um abraço muito forte para todos,
Rogério Alves"

29 de Set de 2009

No Burgo é assim...

O Garfo, esse café sui generis e referência de todo o habitante, estudante ou nem por isso no liceu de Gaia, é que sabe. Por todas as paredes, com muito ou pouco intervalo, estes "avisos" estão colocados.

24 de Set de 2009

Celeridade

Celeridade, o substantivo feminino que nos indica
1. Qualidade do que é célere,
2. Presteza,
3. Rapidez.
Tudo aquilo que NÃO representa a notificação no fim do corrente mês em relação a um requerimento de renúncia apresentado num processo no início deste ano. Coisas.

23 de Set de 2009

Without you it's just a waste of time

22 de Set de 2009

Sol de Outono

No dia dela, da mobilidade pois claro, florinhas, passarinhos e céu limpo, sim? Agradecida. Bem-vindo sejas Outono!


20 de Set de 2009

Licor de Ginja

Lave muito bem 1kg de ginjas, escorra-as, tire-lhes o pé e deite-as num frasco ou garrafa de boca larga, enchendo só até meio.
Num recipiente à parte, misture muito bem 1L de aguardente com 400g de açucar amarelo. Com esta mistura acabe de encher o frasco ou a garrafa. Tape muito bem e conserve em sítio escuro, durante cerca de 2 meses. De 10 em 10 dias vire o frasco de boca para baixo, suavemente, durante alguns segundos.